E.E.
CMTE João Ribeiro de Barros
Atividade
2 de Português – 2º E.M.
Interpretação
de texto – Modelo Enem – Professor Danilo
A atividade a seguir apresenta 10 exercícios
de interpretação de texto de múltipla escolha. O aluno deve responder às
questões em uma folha separada com nome, número, série e o título da atividade:
“Interpretação de texto – modelo Enem”.
Não é necessário copiar as questões, apenas colocar o número da questão e a
alternativa da reposta. Por exemplo:
1 – A
2 – C
3 – B
E assim por diante.
Bons estudos.
QUESTÕES
1. (Enem 2004)
O jogo é uma atividade
ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e de espaço, segundo
regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim
em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e de alegria e de uma
consciência de ser diferente da “vida quotidiana”.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento
da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2004.
Segundo o texto, o jogo comporta a possibilidade de
fruição. Do ponto de vista das práticas corporais, essa fruição se estabelece
por meio do(a)
a) fixação de táticas, que define a padronização para maior
alcance popular.
b) competitividade, que impulsiona o interesse pelo sucesso.
c) refinamento técnico, que gera resultados satisfatórios.
d) caráter lúdico, que permite experiências inusitadas.
e) uso tecnológico, que amplia as opções de lazer.
2. QUESTÃO
3
CAULOS. Disponível em: www.caulos.com. Acesso
em 24 set. 2011.
a) a opressão das minorias sociais.
b) carência de recursos tecnológicos.
c) falta de liberdade de expressão.
d) defesa da qualificação profissional.
e) reação ao controle do pensamento coletivo.
3. (Enem/2014)
Censura moralista
Há tempos que a leitura está em pauta. E,
diz-se, em crise. Comenta-se esta crise, por exemplo, apontando a precariedade
das práticas de leitura, lamentando a falta de familiaridade dos jovens com
livros, reclamando da falta de bibliotecas em tantos municípios, do preço dos
livros em livrarias, num nunca acabar de problemas e de carências. Mas, de um
tempo para cá, pesquisas acadêmicas vêm dizendo que talvez não seja exatamente
assim, que brasileiros leem, sim, só que leem livros que as pesquisas
tradicionais não levam em conta. E, também de um tempo para cá, políticas
educacionais têm tomado a peito investir em livros e em leitura.
LAJOLO, M. Disponível em: www.estadao.com.br.
Acesso em: 2 dez. 2013 (fragmento).
Os falantes, nos textos que produzem, sejam
orais ou escritos, posicionam-se frente a assuntos que geram consenso ou
despertam polêmica. No texto, a autora
a) ressalta a importância de os professores
incentivarem os jovens às práticas de leitura.
b) critica pesquisas tradicionais que atribuem a falta de leitura à precariedade de bibliotecas.
c) rebate a ideia de que as políticas educacionais são eficazes no combate à crise de leitura.
d) questiona a existência de uma crise de leitura com base nos dados de pesquisas acadêmicas.
e) atribui a crise da leitura à falta de incentivos e ao desinteresse dos jovens por livros de qualidade.
b) critica pesquisas tradicionais que atribuem a falta de leitura à precariedade de bibliotecas.
c) rebate a ideia de que as políticas educacionais são eficazes no combate à crise de leitura.
d) questiona a existência de uma crise de leitura com base nos dados de pesquisas acadêmicas.
e) atribui a crise da leitura à falta de incentivos e ao desinteresse dos jovens por livros de qualidade.
4. (Enem 2018)
Encontrando base em argumentos supostamente
científicos, o mito do sexo frágil contribuiu historicamente para controlar as
práticas corporais desempenhadas pelas mulheres. Na história do Brasil,
exatamente na transição entre os séculos XIX e XX, destacam-se os esforços para
impedir a participação da mulher no campo das práticas esportivas. As
desconfianças em relação à presença da mulher no esporte estiveram
culturalmente associadas ao medo de masculinizar o corpo feminino pelo esforço
físico intenso. Em relação ao futebol feminino, o mito do sexo frágil atuou
como obstáculo ao consolidar a crença de que o esforço físico seria
inapropriado para proteger a feminilidade da mulher “normal”. Tal mito
sustentou um forte movimento contrário à aceitação do futebol como prática
esportiva feminina. Leis e propagandas buscaram desacreditar o futebol,
considerando-o inadequado à delicadeza. Na verdade, as mulheres eram
consideradas incapazes de se adequar às múltiplas dificuldades do
“esporte-rei”.
TEIXEIRA,
F. L. S.; CAMINHA, I. O. Preconceito no futebol feminino: uma revisão
sistemática. Movimento, Porto Alegre, n. 1, 2013 (adaptado).
No contexto apresentado, a relação entre a
prática do futebol e as mulheres é caracterizada por um
a) argumento biológico para justificar
desigualdades históricas e sociais.
b) discurso midiático que atua historicamente
na desconstrução do mito do sexo frágil.
c) apelo para a preservação do futebol como
uma modalidade praticada apenas pelos homens.
d) olhar feminista que qualifica o futebol
como uma atividade masculinizante para as mulheres.
e) receio de que sua inserção subverta o
“esporte-rei” ao demonstrarem suas capacidades de jogo.
5. (Enem 2018)
Farejador de Plágio: uma ferramenta contra a cópia ilegal
No mundo acadêmico ou nos veículos de
comunicação, as cópias ilegais podem surgir de diversas maneiras, sendo
integrais, parciais ou paráfrases. Para ajudar a combater esse crime, o
professor Maximiliano Zambonatto Pezzin, engenheiro de computação, desenvolveu
junto com os seus alunos o programa Farejador de Plágio.
O programa é capaz de detectar: trechos
contínuos e fragmentados, frases soltas, partes de textos reorganizadas, frases
reescritas, mudanças na ordem dos períodos e erros fonéticos e sintáticos.
Mas como o programa realmente funciona?
Considerando o texto como uma sequência de palavras, a ferramenta analisa e
busca trecho por trecho nos sites de busca, assim como um professor desconfiado
de um aluno faria. A diferença é que o programa permite que se pesquise em
vários buscadores, gerando assim muito mais resultados.
Disponível
em: http://reporterunesp.jor.br.Acesso em: 19 mar. 2018.
Segundo o texto, a ferramenta Farejador de
Plágio alcança seu objetivo por meio da
a) seleção de cópias integrais.
b) busca em sites especializados. c)
simulação da atividade docente.
d) comparação de padrões estruturais.
e) identificação de sequência de fonemas.
6. (Enem 2018)

Nessa campanha, a principal estratégia para
convencer o leitor a fazer a reciclagem do lixo é a utilização da linguagem não
verbal como argumento para
a) reaproveitamento de material.
b) facilidade na separação do lixo.
c) melhoria da condição do catador.
d) preservação de recursos naturais.
e) geração de renda para o trabalhador.
7. (ENEM 2018)
TEXTO
I

TEXTO
II
Imaginemos um cidadão, residente na periferia
de um grande centro urbano, que diariamente acorda às 5h para trabalhar,
enfrenta em média 2 horas de transporte público, em geral lotado, para chegar
às 8h ao trabalho. Termina o expediente às 17h e chega em casa às 19h para, aí
sim, cuidar dos afazeres domésticos, dos filhos etc. Como dizer a essa pessoa
que ela deve praticar exercícios, pois é importante para sua saúde? Como ela
irá entender a mensagem da importância do exercício físico? A probabilidade de essa
pessoa praticar exercícios regularmente é significativamente menor que a de
pessoas da classe média/alta que vivem outra realidade. Nesse caso, a abordagem
individual do problema tende a fazer com que a pessoa se sinta impotente em não
conseguir praticar exercícios e, consequentemente, culpada pelo fato de ser ou
estar sedentária.
FERREIRA,
M. S. Aptidão física e saúde na educação física escolar: ampliando o enfoque.
RBCE, n. 2, jan. 2001 (adaptado).
O segundo texto, que propõe uma reflexão
sobre o primeiro acerca do impacto de mudanças no estilo de vida na saúde,
apresenta uma visão
a) medicalizada, que relaciona a prática de
exercícios físicos por qualquer indivíduo à promoção da saúde.
b) ampliada, que considera aspectos sociais
intervenientes na prática de exercícios no cotidiano.
c) crítica, que associa a interferência das
tarefas da casa ao sedentarismo do indivíduo.
d) focalizada, que atribui ao indivíduo a
responsabilidade pela prevenção de doenças.
e) geracional, que preconiza a representação
do culto à jovialidade.
8. (Enem 2018)
O rio que fazia uma volta atrás de nossa casa
era a imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrás de casa. Passou um
homem e disse: Essa volta que o rio faz por trás de sua casa se chama enseada.
Não era mais a imagem de uma cobra de vidro que fazia uma volta atrás de casa.
Era uma enseada. Acho que o nome empobreceu a imagem.
BARROS.
M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro; Best Seller. 2008. O sujeito poético
questiona o uso do vocábulo “enseada” porque a
a) terminologia mencionada é incorreta.
b) nomeação minimiza a percepção subjetiva.
c) palavra é aplicada a outro espaço
geográfico.
d) designação atribuída ao termo é
desconhecida.
e) definição modifica o significado do termo
no dicionário.
9. (Enem 2018)

Essa imagem ilustra a reação dos celíacos
(pessoas sensíveis ao glúten) ao ler rótulos de alimentos sem glúten.
Essas reações indicam que, em geral, os rótulos desses produtos
a) trazem
informações explícitas sobre a presença do glúten.
b) oferecem várias opções de
sabor para esses consumidores.
c) classificam o produto como
adequado para o consumidor celíaco.
d) influenciam o consumo de
alimentos especiais para esses consumidores.
e) variam na forma de
apresentação de informações relevantes para esse público.
10. (Enem/2004)

A conversa entre Mafalda e seus amigos
a) revela a real dificuldade de entendimento entre posições que pareciam convergir.
b) desvaloriza a diversidade social e cultural e a capacidade de entendimento e respeito entre as pessoas.
c) expressa o predomínio de uma forma de pensar e a possibilidade de entendimento entre posições divergentes.
d) ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito entre as pessoas a partir do debate político de ideias.
e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências

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